O sonho da casa própria costuma estar no topo da lista de desejos de muita gente. E em geral, esse

sonho vem acompanhado de desejos de ter mais liberdade, de construir ou aumentar a família, de receber os amigos para um jantar, entre outros.

 Mas nesta conta é necessário incluir também a parte mais complexa: os custos fixos de ter um imóvel. Ou seja, se você está buscando seu espaço, o planejamento financeiro é tão importante quanto encontrar a casa perfeita.

Por isso, faça uma estimativa de custos de todos esses itens abaixo para ter certeza de que o sonho

cabe no seu orçamento.

1) Parcela do financiamento.

Caso esteja pensando em financiamento, o valor das parcelas costuma ser um dos principais e mais

altos dentre a lista de gastos fixos. Antes de se comprometer, faça simulações para entender quanto

você pagará por mês. Não adianta prestar atenção apenas no valor do imóvel – afinal, nesta conta

entram também os juros. Dessa forma, você já tem uma ideia de quanto da sua renda ficará

comprometida. Esse saldo deve ser suficiente para pagar as demais despesas da casa.

2) Condomínio

Se a sua casa própria faz parte de um condomínio com serviços comuns – ou mesmo se é, na verdade, um apartamento – há mais um gasto mensal com a ser levado em conta. No valor da taxa de condomínio estão inclusas despesas comuns a todos os moradores, como pagamento de funcionários, manutenção do lugar, segurança, reformas nas áreas coletivas.

Este valor varia muito de lugar para lugar. Mas basicamente ele é a soma de tudo que é gasto para a

manutenção do edifício/condominio dividido pelo número de proprietários ou moradores. 

3) Água, luz e gás

Os gastos com eletricidade são proporcionais ao seu uso individual. Ou seja, quanto maior for o imóvel – e quanto mais eletricidade você utilizar – mais alta será a conta. Os valores costumam variar bastante de acordo com a cidade, então uma boa ideia para fazer uma estimativa de gastos e perguntar a um amigo com família de tamanho similar a sua e que viva na mesma região quanto ele costuma pagar em média de conta de luz.

Já quanto à água e gás, isso também pode variar de lugar para lugar. Alguns prédios, por exemplo,

incluem o valor da água ou gás já na taxa de condomínio, outros em que as faturas chegam separadas. No caso de casas, por exemplo, tudo é pago separadamente. Em geral, esses valores não são tão representativos no orçamento doméstico quanto os dois anteriores, mas também devem ser levados em conta.

4) Internet

Por mais que esse não seja um gasto essencial, é difícil que alguém, hoje em dia, não tenha intenção de ter internet em casa. Especialmente agora, em que o home office ganha cada vez mais espaço nas

rotinas. Há uma infinidade de operadoras e pacotes disponíveis – verifique quais empresas atendem na sua região para ter uma estimativa de valores.

Basicamente é isso. Mas lembre-se que você terá também uma série de gastos variáveis que não tem a ver com o imóvel, mas que também devem ser considerados. Aqui entra o que você gasta com

alimentação, lazer, transporte. E se esse conteúdo te ajudou a se planejar melhor para esse grande

passo, aproveite também para seguir a Treèle no Instagram e ficar por dentro de mais conteúdos como este.

Quero saber mais sobre os empreendimentos da TREÈLE